Crescimento
Maximizar o valor da CBA, com crescimento balanceado entre risco e retorno


Em 2025, a Companhia Brasileira de Alumínio (CBA) completou 70 anos de história. Uma trajetória sólida, baseada em inovação, ética, responsabilidade socioambiental e uma incrível capacidade de transformação e de reinvenção. Ao longo dessas sete décadas, a Companhia vem contribuindo para o desenvolvimento do Brasil e da indústria, produzindo soluções em alumínio que verdadeiramente transformam vidas.
Envolve a mineração, refino, produção de alumínio líquido e a fabricação de produtos primários, assegurando rastreabilidade, segurança de suprimento e menor intensidade de emissões ao longo da cadeia.
1,9
milhão de toneladas
de bauxita beneficiadas
672,6
mil toneladas
de hidrato produzidas
641,6
mil toneladas
de alumina produzidas
360,1
mil toneladas
alumínio líquido de baixo carbono produzidas

Início da operação concomitante na etapa de Mineração, reduzindo a exposição do solo e acelerando a recomposição da paisagem
O Negócio Transformados & Reciclagem é uma frente estratégica de agregação de valor e descarbonização da CBA, combinando eficiência operacional, fortalecimento do portfólio em segmentos de maior valor agregado e expansão da reciclagem.

133,2
mil toneladas
de produtos transformados produzidos

199,7
mil toneladas
de sucata de alumínio processadas com matéria-prima

Aumento de cerca de 20% na capacidade de produção de folhas em Itapissuma (PE), impulsionando a eficiência operacional e ampliando a entrega de valor com o avanço do projeto CREEP 2
Garante suprimento elétrico 100% renovável e rastreável, protegendo a Companhia da volatilidade do mercado energético e contribuindo para a produção do alumínio de baixo carbono.

1.462 MW de capacidade
instalada em 21 usinas hidrelétricas, sendo 15 próprias e seis por meio de consórcios, e 4 complexos eólicos
6.360,9 GWh
de energia elétrica 100% renovável gerada

Geração eólica ampliada com a adição de 115 MW em 2025, fortalecendo a segurança energética e acelerando a expansão renovável com a participação nos complexos Serra do Tigre e Cajuína III
A estratégia da CBA está estruturada em quatro pilares que orientam a alocação de capital e as prioridades de cada unidade de Negócio:
Tornar a CBA referência em sustentabilidade
Garantir a oferta de alumínio de baixo carbono e de soluções sustentáveis em parceria com os nossos stakeholders, desenvolvendo as comunidades com presença da CBA e influenciando positivamente toda a cadeia de valor do alumínio

Em 2025, a CBA consolidou sua maturidade digital ao escalar soluções tecnológicas integradas à agenda ESG, fortalecendo a governança, a cultura de inovação e a gestão estratégica por meio do Programa DigitALL e de uma estrutura unificada de tecnologia alinhada às prioridades do Negócio e dos stakeholders.
13 projetos
implementados, conduzidos por 13 squads multidisciplinares
+ de 750
empregados(as) envolvidos(as) nas iniciativas digitais
Cerca de 333.000 tCO₂e reduzidas
ou evitadas com as iniciativas do DigitALL em 2025
Ao completar 70 anos, a CBA reafirmou o foco nas pessoas ao priorizar a saúde integral e fortalecer iniciativas de diversidade, equidade, inclusão e segurança como pilares essenciais para resultados sustentáveis.
Com 87% de participação, o Censo da Diversidade 2025 reafirmou a robustez metodológica na mensuração dos marcadores de diversidade e ampliou o escopo da análise, ao incluir temas como geracionalidade e religiosidade, fortalecendo o diagnóstico e o posicionamento da CBA como uma empresa diversa, equânime e inclusiva.


Comprometida com a geração de impacto positivo, a CBA transforma seu legado social em ações concretas que fortalecem comunidades, asseguram direitos, ampliam oportunidades e promovem o desenvolvimento socioeconômico sustentável no longo prazo.



Ampliação do Programa AGP Ação Climática para mais dois municípios, iniciativa que recebeu reconhecimento de entidades como o WBCSD (World Business Council for Sustainable Development) e o Prêmio Eco Amcham
Em 2025, o Comitê de Sustentabilidade voltou a concentrar-se exclusivamente nas pautas ESG, em resposta a um cenário de crescente complexidade regulatória e à futura adoção obrigatória das normas IFRS S1 e S2 no Brasil, a partir de 2026.
Acompanhe os relatórios da CBA.