CBA conclui novo mapeamento da Zona de Autossalvamento da Usina Hidrelétrica Sobragi
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24/09/25

Utilizando tecnologias avançadas, estudo mostra que cerca de cem propriedades deixam de ser impactadas em caso de emergência na barragem
São Paulo, 7 de agosto de 2025 - A CBA (Companhia Brasileira de Alumínio) concluiu a atualização do estudo técnico da Zona de Autossalvamento (ZAS) da barragem da Usina Hidrelétrica Sobragi, localizada entre os municípios de Belmiro Braga (MG), Simão Pereira (MG) e Comendador Levy Gasparian (RJ). Realizado com as mais modernas tecnologias disponíveis no mercado e em conformidade com o Plano Nacional de Segurança de Barragens, o levantamento aponta que cerca de cem propriedades, anteriormente listadas na ZAS, não estão sujeitas a eventuais impactos em caso de emergência na barragem da usina.
Com modelagem hidrodinâmica 2D, mapeamento por drones e softwares de alta precisão reconhecidos internacionalmente, o estudo aprimorou as fronteiras da ZAS com base em dados atualizados de topografia e batimetria. Os resultados foram validados por consultorias técnicas independentes, especializadas em hidrologia, e apresentados às Defesas Civis dos municípios envolvidos.
“Esse avanço mostra como o uso de tecnologia de última geração é essencial para o aprimoramento contínuo dos processos de segurança de barragens. Temos total confiança na assertividade dos resultados, que asseguram ainda mais tranquilidade para as famílias que vivem no entorno da Usina Hidrelétrica Sobragi. Para a CBA, a segurança é inegociável e a proteção às pessoas é prioridade, por isso o nosso compromisso com a evolução contínua e a revisão periódica do estudo”, afirma Helena Nunes, gerente de Segurança de Barragens da CBA.
Nos próximos dias, a CBA iniciará um processo de comunicação direta com as famílias que se beneficiam dessa atualização. A abordagem será porta a porta, conduzida por profissionais capacitados e qualificados, garantindo que as mudanças identificadas sejam devidamente esclarecidas.
“Nosso plano de comunicação com a comunidade está baseado no acolhimento individualizado e no diálogo aberto com as pessoas. Essa atualização traz diversos benefícios para as famílias, incluindo o fato de que não será mais necessário participar de simulados de evacuação ou realizar deslocamentos em uma eventual emergência com a barragem”, explica Helena.
Após o desdobramento das informações com a comunidade, a CBA desmobilizará o sistema de emergência instalado na região, uma vez que essa estrutura não será necessária diante da nova delimitação da ZAS. Todas as ações serão conduzidas em conformidade com a legislação vigente e em alinhamento com as Defesas Civis e os órgãos reguladores competentes, garantindo que a iniciativa ocorra de forma coordenada, segura e transparente para a população. Esse processo deverá se estender pelos próximos meses.
A Usina
A Usina Hidrelétrica Sobragi está em operação desde 1999, com capacidade instalada de 60 megawatts, utilizando uma fonte 100% renovável. Considerada de pequeno porte, a usina é operada pelo Sistema Interligado Nacional e está conectada à rede por meio de uma subestação própria e uma linha de transmissão de 37 quilômetros.
A barragem da Usina é feita de concreto, que atua na formação do reservatório necessário para a geração de energia. Ela está implantada sobre o rio Paraibuna e conta com dispositivos de segurança como vertedouro para o controle do fluxo da água em períodos de cheia. A estrutura é monitorada continuamente e opera dentro dos mais altos padrões técnicos, ambientais e regulatórios, com foco permanente na segurança da população e no desempenho operacional.
Sobre a CBA
Desde 1955, a CBA - Companhia Brasileira de Alumínio atua de forma integrada, da mineração ao produto final, incluindo a etapa de reciclagem. Com capacidade de gerar 100% da energia consumida por meio de fontes renováveis, a CBA fornece soluções sustentáveis para os mercados de embalagens, transportes, automotivo, construção civil, energia e bens de consumo, além de ser líder em reciclagem de sucata industrial de alumínio.
Com a abertura de capital em 2021 (CBAV3), foi a primeira Companhia no segmento a ter ações negociadas na B3 e ingressou na carteira do ISE – Índice de Sustentabilidade Empresarial – no seu primeiro ano de elegibilidade. Com receita líquida de R$ 8,2 bilhões em 2024 e R$ 1,4 milhão de EBITDA ajustado no período, a CBA tem o compromisso de garantir a oferta de alumínio de baixo carbono em parceria com os stakeholders, desenvolvendo as comunidades em que está inserida e promovendo a conservação da biodiversidade.
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